quinta-feira, 16 de junho de 2011

Reencarnação

--» Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; (1 Timóteo 4:1)
 A doutrina da reencarnação é tão antiga quanto a humanidade.
É originária do hinduísmo, mas está presente no budismo, no jaínismo e no sikhismo.
É defendida pelos hare krishnas, kardecistas e muitos outros grupos na atualidade...


Tem fortes vínculos com a prática da necromancia e está no bojo do movimento Nova Era.
A reencarnação é uma falsa crença inspirada por satanás para levar o homem à perdição eterna.

Nos últimos dias, por incrível que possa parecer, há até “evangélicos” que se curvam a tal doutrina.
Que Deus nos guarde!

Reencarnação não é o mesmo que encarnação.
A Bíblia fala da encarnação do Verbo para enfatizar que Deus fez-se homem (Jo 1.14; 1 Tm 3.16),
pois Jesus veio em carne (1 Jo 4.1,2).

A reencarnação é uma crença defendida por quase todas as religiões derivadas do hinduísmo.
O termo significa “voltar na carne”, pois seus adeptos acreditam que, na morte física, a alma não entra num estágio final, mas volta ao ciclo de renascimentos. É chamada também de transmigração da alma e metempsicose.

No Oriente as reencarnações nas religiões acima mencionadas não são exatamente iguais.
- No hinduísmo, o “eu” sobrevive à morte e torna a reencarnar.
- No budismo não existe o “eu”, porquanto não há alma para migrar, não é necessariamente o morto que volta para reencarnar, mas outra pessoa.
Os adeptos do hare khrishna acreditam que a alma de quem morre pode reencarnar em seres inferiores, nos animais e até nos insetos.
A reencarnação tornou-se muito popular nos diversos ramos do Movimento Nova Era, no espiritismo, no kardecismo, etc.

Busca da perfeição ou da salvação.

Os adeptos dessa doutrina buscam a perfeição por meio de um processo evolutivo até que os ciclos da roda de reencarnações parem de girar.
Rejeitando a salvação em Jesus, acreditam na doutrina do carma: lei que determina o lugar de um indivíduo na reencarnação, ou seja, a pessoa vai colher o que semeou na suposta encarnação anterior; é o princípio hindu de causa e efeito.
Nem todos os reencarnacionistas acreditam na garantia da salvação final de todos.
No entanto, a crença mais comum é que apenas um período de vida não é suficiente para os seres humanos aperfeiçoarem-se.

Reencarnação e cristianismo

Essas crenças são contrárias à teologia bíblica, pois nelas não há espaço para a doutrina da ressurreição dos mortos, da redenção pela fé no sacrifício de Jesus no Calvário, do julgamento divino sobre os infiéis, do inferno ardente.
Ensinando a salvação pelo esforço humano, colocam-se em aberta oposição à Bíblia Sagrada.

Reencarnação à luz da Bíblia

A Bíblia afirma que “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hb 9.27).
Essa declaração resume o ensino bíblico sobre o destino do homem após a morte, constituindo-se num golpe mortal contra a doutrina da reencarnação com todas as suas ramificações.
Nós vivemos apenas uma vez, e depois da morte, segue-se o juízo.
A reencarnação, portanto, não existe (Jo 9.1-3).

Não há salvação sem Jesus

O Senhor Jesus levou sobre o madeiro todos os nossos pecados (1 Pe 2.24); este é o único meio de salvação.
Jesus é o único Salvador! (At 4.12).
Ele mesmo há de julgar os vivos e os mortos (At 17.31; 2 Tm 4.1).

Fonte da teologia cristã

As doutrinas cristãs não podem ser fundamentadas em experiências pessoais, pois os sentimentos humanos acham-se comprometidos em consequência da Queda do homem no Éden (Jr 17.9 cf. Gn 3.1-24).
Por isso, Deus revelou-se a si mesmo através da sua Palavra, a Bíblia Sagrada.
De onde, pois, vem a doutrina da reencarnação? Dos espíritos malignos manifestos nos médiuns.

Distorção científica

Muitas pesquisas são feitas inutilmente com o intuito de procurar os fundamentos científicos da reencarnação.
Por outro lado, a ciência confirma o que a Bíblia sempre ensinou: é na concepção que começa uma nova vida:
— Um ser humano individual e único (Sl 139.15, 16; Zc 12.1).
Portanto, afirmar que a reencarnação é comprovada cientificamente, como fazem os seus apologistas, é uma distorção da verdade.

Distorção bíblica

Os defensores da reencarnação usam passagens bíblicas para fundamentar suas crenças.
Embora rejeitem a Bíblia, reconhecem o respeito que o povo, de modo geral, tem pela Palavra de Deus.
Por essa razão, sempre que possível, usam passagens das Escrituras, arrancadas violentamente de seu contexto, para dar roupagem bíblica àquilo em que acreditam. E, assim, conseguem persuadir os incautos.

- Novo nascimento não é reencarnação.

O novo nascimento a que Jesus se referiu no diálogo com Nicodemos nada tem a ver com a reencarnação.
Jesus está falando da regeneração, do nascer da água e do Espírito (Jo 3.3-5).
Disse Ele ainda: “o que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito” (Jo 3.6).
Nas “reencarnações”, a pessoa nasceria sempre da carne.

- João Batista não é Elias reencarnado

A crença de que João Batista era a reencarnação de Elias é inconsistente, pois Elias não morreu; logo, não se desencarnou (2 Rs 2.11).
A expressão “no espírito e virtude de Elias” (Lc 1.17) não é o mesmo que reencarnação.
O próprio João afirmou que não era Elias (Jo 1.21).
O que temos aqui são características pessoais e ministeriais comuns a ambos os profetas.
Por isso é que os discípulos entenderam que Jesus falara de João Batista quando disse: “Elias já veio” (Mt 17.12,13).

Aceitação na sociedade

A reencarnação tornou-se comum na vida dos que não conhecem a Deus e a sua Palavra.
Políticos, cientistas, empresários e artistas de Hollywood são, hoje, os principais promotores dessa doutrina.
Isso mostra que a única maneira de o homem proteger-se do erro é pelo conhecimento da Palavra de Deus (Ef 6.10-18)

Razão do seu crescimento

A popularidade da reencarnação é o resultado da tendência humana de procurar escapar do inferno sem a ajuda de Deus.
A Bíblia afirma que o “deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho” (2 Co 4.4).
Nessa cegueira espiritual, diz-lhe Satanás que não há mais solução, porque o homem está simplesmente colhendo o que semeou na suposta encarnação anterior. 

CONCLUSÃO

Os adeptos da reencarnação estão preparados para defender suas crenças em qualquer foro.
Todavia, nós estamos com a verdade, e Deus é connosco.
Por isso devemos lutar pela salvação deles, pois fazem parte do grupo não alcançado pelo evangelho.
Esse desafio é tarefa da Igreja, Jesus ordenou-nos pregar o evangelho a toda criatura (Mc 16.15).

Fonte: Facebook

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